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Dentro do contexto do imaginário popular, dos sonhos, assinalados pelo artigo anterior, encaixa-se o papel dos Meios de Comunicação de Massa. E, na presente reflexão, especificamente o da Rede Globo de Comunicação.

As atitudes claras da emissora e seus âncoras, como é o caso do jornalismo, mostram claramente uma aversão aos partidos que não representem a elite, a classe dominante do país. William Bonner, Fátima Bernardes e Sandra Annenberg, por exemplo, foram incapazes de serem imparciais ao anunciar ou tecer comentários nas eleições em que o PT venceu com o Lula e com a Dilma. Com o salário que eles recebem da emissora, não se pode esperar algo diferente. Mas o jornalista, ao apresentar o fato, não deve colocar-se numa posição de neutralidade? Essa é regra básica do jornalismo.

Na verdade a Rede Globo pode representar a muitos, menos a classe mais desfavorecida do país que, lamentavelmente lhe dá audiência; se colocando como fantoche portador de uma única versão dos fatos: se a Globo disse, é verdade.  O povo simples dá audiência aquela que banca os políticos e contorcem as notícias, para angariar lucros e terem aprovadas leis que lhes favoreça. Em detrimento do favorecimento das necessidades da maior parte da população. Embora seja contraditório, é o que se percebe.

Se queremos, portanto, um Brasil melhor, não basta isolarmos os políticos corruptos, mas isolarmos também todo instrumento e instituição que aprovam seus atos e com eles tramam contra uma sociedade mais justa e igualitária. É hora de baixarmos a audiência da Rede Globo. Que busca fazer a cabeça do povo insistindo nas falhas dos governos de esquerda, voltados a realização de políticas públicas que beneficiam a maior parte da população e não apenas alguns grupos da sociedade; como se a realização dessas políticas em benefício da população fosse uma porta aberta à corrupção e algo impossível de acontecer.

Sendo assim, nessas eleições, devemos fazer atenção a essas duas frentes: lutar contra os políticos corruptos e contra a Rede Globo que se beneficia das Leis aprovadas por eles. Bem como contra qualquer outra instituição social que direta ou indiretamente compactuam com esses autores da desgraça brasileira, que arruínam nossa sociedade deixando-a desprovida de Segurança, Educação, Saúde, Habitação, Trabalho e assim por diante.

Qual o Brasil que queremos?

Um Brasil com mais Segurança, Saúde, Habitação, Trabalho, Educação, Lazer  e sem Rede Globo!

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O Fantasma Lula

Toda propaganda trabalha com o imaginário popular, e, a propaganda política, não é exceção. Pois todo político deve trabalhar com a realidade e também com o que se espera dela na ideia do povo. Visto que os sonhos, anseios e desejos mais profundos da população devem se fazer presente no discurso político. Melhores condições de vida, segurança, saúde, habitação, trabalho é o que todos desejam.

Desde a política “Café com Leite” a elite brasileira procura se manter no poder, e faz de tudo para impedir que condições melhores de vida seja proporcionada a maioria da população. A favor do lucro e não do bem estar e da realização da pessoa humana venderam-se estatais, instalaram ditadura, e, atualmente, saboreiam do próprio veneno. Uma vez que o povo cansou de sonhar e exige dos políticos resoluções praticas que concretizem as palavras que até então se fizeram presentes somente nos discursos.

Na busca de concretizar o discurso político o povo fez a experiência do governo Lula que, independente se foi ou não um governo perfeito, representando a esquerda brasileira, proporcionou que muitos brasileiros tivessem acesso à educação e a melhores condições de vida como um todo, tornando-se, na história do Brasil, o governo mais apoiado pelo povo, com o menor índice de rejeição.

Ao possibilitar melhores condições de vida a maioria da população pobre do país, a esquerda concretizou o que até então fazia parte apenas do imaginário popular. Ela provou que é possível sim, oferecer aos brasileiros, políticas públicas que favoreçam seu desenvolvimento humano e social. O que implicou tirar dos que tinham e dividir com os que menos tinham. O que apavorou os amantes do lucro.

O bem estar proporcionado à população pelo governo Lula foi atacado e fadado ao esquecimento pelos meios de comunicação, liderados pela elite brasileira, que insistiram em apresentar do governo da esquerda apenas as mazelas. E dificultar o retorno de Lula ao poder. Tratando-se, no entanto, não do Lula em si, mas daquilo que ele representa em favor dos menos favorecidos do nosso imenso país.

Lula tornou-se um fantasma que amedronta a elite brasileira simplesmente porque tornou o sonho, realidade.

Estamos em mais um ano eleitoral que não pode passar em branco. E diante de tanta notícia ruim relacionada ao comportamento dos políticos, tendemos a desanimar e pensar que não tem mais jeito mesmo. Mas quer queira, quer não, temos que exercer nosso direito, em um país democrático, de voto, e, com ele, o direito de escolher o melhor para o Brasil. Diante disso, podemos:

– continuar a dar o voto a político vagabundo que recebe por mês, mas trabalha apenas três dias por semana, reservando quinta e sexta-feira para o trabalho com a base eleitoral, que não pode ser comprovada e nem fiscalizada.

– pensar apenas em nós mesmos, principalmente se nosso trabalho depende do político e da politicagem. Sei que aí é difícil escolher visto que a mesma implica diretamente, aqui e agora, no bem estar meu e de minha família. Votar contra aquele que me possibilita trabalho é um ato heroico e nem todos estão dispostos a fazê-lo. É compreensível.

– brincar de roleta russa, votando sem pensar, no que os outros apontarem. Somente por preguiça de pensar! Por burrice e ausência de compromisso. Como se a eleição não tivesse nada a ver com sua vida pessoal e social.

– acreditar que nada muda. Saem os porcos, mas o chiqueiro continua o mesmo!

– valorizar a conquista do direito ao voto, conhecendo a História do Brasil, respeitando e venerando todos aqueles que lutaram para que esse direito fosse garantido e respeitado; exercendo-o com a devida consciência. Fazendo atenção, nesse momento delicado em que a corrupção parece estar presente em tudo e em todos, aos seguintes critérios de escolha:

1- Projetos em favor de todos e não de um grupo. Ou seja: verifique o histórico daquele que se coloca como candidato a reeleição. Quantos projetos ele criou em favor da sociedade brasileira como um todo. Foram aprovados? Não? Sim? Por quê? Qual foi o posicionamento dele nas votações realizadas no Senado, na Câmara, na Assembleia, de projetos a favor ou não do povo?

2- Esteve envolvido direta ou indiretamente nas fraudes apontadas pelo judiciário? Fez parte de alguma quadrilha que roubou os cofres públicos?

3- Considerando que as virtudes vêm do berço, verifique se o candidato é filho, neto, amante ou sobrinho de algum político investigado por corrupção. Se for, descarte-o sem medo de ser feliz. Pois o tipo de política que ele aprendeu e na qual ele se graduou está ligada a Lei de Gerson – Levar vantagem em tudo – Avô, avó, pai, mãe envolvidos em corrupção é razão suficiente para não prosseguir com a corrupção. Descarte-o!  E atenção: tem muitos candidatos mudando de sobrenome para enganar o eleitor!

4- É novo? Que bom! Qual o papel que ele exerce na comunidade onde mora? Tem ao menos o Ensino Médio? Sabe interpretar uma Lei ou realizar um Projeto? Ou servirá apenas como pau mandado do partido? Como ele é na própria família? Bem ou mal quisto? Pois se na própria família ele não se destaca e lidera pelo bem que faz, o que fará pela sociedade?

5- Fez algum curso de administração pública? Interessa-se pelo bem de sua comunidade? Mostra-se indignado com as injustiças sociais? Está disposto a buscar o melhor para o máximo possível sem tirar disso vantagens pessoais?

Se pensarmos nesses critérios antes de apertar a tecla da urna eletrônica, estaremos contribuindo para um Brasil melhor. Parabéns! Caso contrário, meus pêsames!

 

 

 

 

 

 

É interessante e importantíssimo conhecer a dinâmica da oração presente na Bíblia. Todo cristão deve conhecer para poder, de fato, relacionar-se com Deus de modo maduro. Aliás, a fé madura transforma corações, não se abala, se fortalece a cada dia que passa, faz questão de ler a Palavra, alimenta nosso dia a dia, e nos ajuda a enfrentar todas as situações, sejam elas agradáveis ou não. Ou seja: quem tem fé, tem tudo!

A fé se revela pela oração. Diga-me quanto tempo reservas para a oração em sua vida, e eu lhe direi a dimensão de sua fé. Pois se ela é alimentada pelo tempo destinado ao encontro com o Altíssimo, é natural que relacionemos tempo a importância. Restando, porém, avaliar a qualidade desse encontro.

A Bíblia é repleta de exemplos de oração e o Livro dos Salmos é um deles.  O próprio Jesus também ensinou seus discípulos a rezar. Mas antes mesmo da oração se revelar a partir dos lábios do orante é de suma importância a disposição em colocar-se diante de Deus para pedir que se realize em você a vontade Dele.

Samuel responde: “Fala Senhor que teu servo escuta” e Maria afirmou: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a Tua palavra”

O servo é aquele que se subordina, que aceita a autoridade de seu senhor, que dá a vida por ele se necessário for, que não questiona as ordens de seu patrão, que acredita e tem fé que o patrão só lhe fará o bem. Portanto, se você acredita piamente em Deus e se coloca na condição de servo antes de qualquer oração você:

– Não reza, pois a reza na maioria das vezes se resume na repetição de fórmulas que embora tragam lindas mensagens da salvação, são ditas roboticamente sem tocar o coração e sem proporcionar mudança de vida;

– Não conversa com Deus, o que acaba sendo um monólogo. Visto que você está mais disposto a falar do que ouvir.

– Não negocia com Ele, questionando suas ordens e impondo condições. Faço se me deres isso ou aquilo, se me proporcionares isso ou aquilo, se …., se …., se …. etc.

Veja então que a verdadeira oração não é repetir fórmulas, mas criar as próprias; não é monopolizar um diálogo;  não é impor condições, mas aceitar aquelas colocadas por Deus em sua vida; não é negociar com Deus, mas colocar-se em sua presença livre, leve e solto. É ser e aceitar a condição de servo tal como o fez Samuel e Maria.

Quem profana mais o próprio eu: aquela que vende seu corpo para dar prazer a muitos, ou aquelas que vendem as próprias habilidades e competências para dar lucro a um só?

Independente de sermos homens ou mulheres, somos seres humanos dignos de amor e respeito. Buscamos felicidade, realização, e deveríamos nos organizar de forma que isso fosse possibilitado a todos sem discriminação de raça, cor, nacionalidade ou gênero. E é sobre esse ultimo quesito que desejo trocar algumas palavras.

Sem entrar nos meandros da história para entender as razões pelas quais a mulher foi reconhecida como mais fraca e necessitada de cuidados, comparada ao homem, por um determinado período, percebemos hoje, que a busca da sociedade por reconhecimento do trabalho feminino tanto quanto o homem, pode esconder uma nova forma de exploração e opressão da mulher em nome da igualdade e do reconhecimento.

Que a mulher, exercendo a mesma função, deveria ganhar o mesmo que o homem, não temos dúvida disso. Mas que se busque nela qualidades que, generalizadas, hás fazem mais idôneas para exercer diversas funções ao mesmo tempo é coisa de mercado em busca de mão de obra barata. Pois se exalta “as qualidades boas para o mercado” mas se esconde as consequências sérias para a sua saúde física e mental.

Nos dias atuais a mulher passou a ser vítima de diversas doenças que antigamente nem se pensava obter. E, tanto quanto o homem, passou a sofrer as consequências de uma sociedade que usa o ser humano em função do lucro.

Para grande parte das empresas não interessa reconhecer ou modificar a  organização do trabalho principalmente no que diz respeito à diminuição e à intensidade dos ritmos e fazer novas contratações para amenizar a sobrecarga de trabalho. Geralmente quando a empregada leva a C.A.T., que é a Comunicação de Acidente de Trabalho fornecida pelo profissional médico, muitas dessas empresas obrigam-na a tirar férias ou, depois da alta médica, demitem-na, o que faz com que muitas funcionárias se recusem a levar a C.A.T. O medo de perder o emprego faz com que suportem o sofrimento até o limite. Além disso, grande parte das pequenas e micro empresas não cumpre a legislação quanto às normas minimamente necessárias de higiene e segurança do trabalho. [ … ] O trabalho para homens e mulheres, por fim, não devem ser sinônimo de desgaste, doença, exploração e dominação, mas sim o exercício de criatividade, auto-realização e bem-estar, como elemento que contribui para a saúde. Por outro lado, o modelo de assistência à saúde de trabalhadores e trabalhadoras não deve submeter-se à lógica do capital, nem a padrões discriminatórios de gênero, classe e raça (http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v6n1_cassia.htm)*.

Essa situação foi verificada nas mulheres responsáveis pelo asseio e limpeza das empresas. Mas não é diferente para com aquelas que desenvolvem nas empresas os servições burocráticos de gerência e liderança. A exploração se dá em ambas as situações.

Portanto é comum, na atualidade, em nome da igualdade de gênero, explorar as mulheres focalizando nelas características pessoais tais como (Afetividade, versatilidade, percepção aguçada, menas preocupação com o poder, etc.) que venham simplesmente ao encontro das necessidades do mercado que nada mais quer que:  o máximo de lucro, com o mínimo de esforço e gasto. Sem se preocupar com a saúde, a felicidade e a realização do sexo feminino.

 *Cássia Maria Carloto: Doutora em Serviço Social pela PUC-SP. Docente do Departamento de Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina.

Natal: a coragem de renascer!

O Natal traz uma mensagem que é para todos, universal, e, ao mesmo tempo, não é para qualquer um. São Francisco deu um sentido por deveras melancólico ao Natal, assinalando a tristeza de um menino que nasce pobre, embora escondesse uma riqueza divina. E assim aprendemos a sublinhar no Natal um Jesus que nasce na simplicidade de uma manjedoura, sob perseguição de Herodes, etc., etc., etc. No entanto, além da percepção franciscana do evento que marcou para sempre a História da Humanidade, o cristão se  depara com um desafio constante para a vida: o de Renascer a cada dia! O de aceitar partir da estaca zero a cada ano, ao celebrar o Natal de Jesus.

Mas por que partir da estaca zero? Por que com o nascimento de Jesus a Humanidade zerou o cronômetro do tempo e começou a contagem tudo de novo. Jesus inaugura o ano 1 para o cristão. E eis o desafio para cada seguidor do nazareno, zerar o próprio cronômetro e abandonar as injustiças, o egoísmo, a ganância, o ódio, o rancor, dando espaço incansavelmente para o amor.

Esse é um dos verdadeiros sentidos do Natal: dar-se uma nova chance de recomeçar, de renascer. E não importa se até agora tudo deu certo ou tudo deu errado em sua vida, pois devemos renascer com a totalidade de nosso ser, com a totalidade de nossa história. Deus falou com a humanidade de diversas formas e, por último, através de seu Filho Jesus. Deus deu o primeiro passo para lhe possibilitar um novo recomeço, e espera de você o mesmo. Ele ofereceu as condições, mas você deve se permitir recomeçar, renascer, reviver, reelaborar seus planos, redirecionar sua vida e permitir-se ser feliz novamente.

Mas para renascer é necessário abandonar, para renascer é necessário morrer, para renascer é necessário acreditar que é possível mudar, transforma-se em um ser cada vez melhor e cada vez mais semelhante a Deus. E isso é somente para os corajosos e não para covardes.

Cada um sabe onde deve melhorar e em que deve renascer. Cada ser humano ao defrontar-se com a vontade de Deus revelada na escuta de Sua palavra, em cada oração, em cada participação nos sacramentos, em cada eucaristia, percebe as próprias falhas, os próprios erros e o desejo de mudar para melhor. Portanto: para viver o espírito do Natal é necessário assumir o compromisso com a mudança. Processo que se assemelhará a experiência de Jesus, da manjedoura ao calvário.

Que o Natal de cada cristão seja marcado, de fato, com o compromisso com a mudança. Jesus renasceu mais uma vez em sua vida. E você? Vai ficar indiferente diante disso? O que está esperando para renascer também? O seu Natal, esse ano, tem que ir muito  além da ceia. Você não acha?

Feliz Natal e próspero Ano Novo!

Se gostou, comente! Se não gostou, também!

É Natal! O esperado aconteceu na história de um povo. Nasceu um menino que revolucionou toda a humanidade. Mas com que tipo de revolução? A esperada pelo povo? Com derramamento de sangue, com violência? Não! Mas com a revolução provocada por um sentimento sublime presente no coração do homem graças a Deus. A Revolução do amor e pelo Amor.

Posso afirmar que existem dois tipos de seres humanos: aqueles que acreditam em Deus cuja essência é o amor; e, aqueles que não acreditam no amor, não acreditam em Deus. Referindo-me aqui não a um Deus qualquer, mas ao Deus de Jesus Cristo. Ou seja, aqueles que amam e aqueles que ainda não amam.

Por que Deus quis revolucionar a humanidade com o envio de seu filho Jesus? Por amor! Mas por que ele nos ama tanto? Por amor! Ou seja, o amor é a resposta quando se quer compreender o agir de Deus na História da Humanidade e na história pessoal de cada um.

A história de Jesus é bem simples e curta: nasceu, morreu e ressuscitou para a salvação de todos indiscriminadamente. Mas a História do Povo de Israel foi bastante longa. Pois a lentidão do homem em reconhecer e aceitar os desígnios de Deus fez com que o tempo se prolongasse além do desejado pelo Altíssimo.

Quanto mais resistimos em aceitar que Deus nos ama e que Jesus é a maior prova desse amor, mais nossa vida se torna meramente humana e muito pouco divina. E como humana, mais sofrida, mais longa, mais incompreensível, e cada vez mais sem sentido.

Por que Deus se preocupa tanto conosco, que na maioria das vezes não lhe damos a mínima e vivemos, agimos, como se ele não existisse? Por amor! E não o compreendemos por nivelar a essência de Deus aos nossos caprichos. Queremos que Ele se comporte como ser humano, quando na verdade e se comporta simplesmente como Deus. Em outras palavras, somos muito pequenos diante Dele, incompletos, imperfeitos. E tamanha imperfeição nos impede na maioria das vezes de entender Sua vontade. Que tem como fundamento o amor, ágape, sem segundas intenções. Deus nos ama porque nos ama, e pronto. Por mais sem sentido que isso nos pareça ser.

O amor que brota de um coração que acolhe o Altíssimo nos faz ser maior que todas as dificuldades, todas as intempéries da vida; o amor que brota e vem de Deus nos faz ir além de nossa humanidade, nos tornando cada vez mais divinos. E ao nos tornarmos divinos, nos assemelhamos a Deus.

Portanto, com Jesus, a humanidade é divinizada pelo Amor de Deus. Com Jesus e por Jesus, compreendemos a presença de Deus em nossa vida. E a cada Natal essa verdade, essa certeza, é relembrada, é renovada; e, nossa vida, mais uma vez, divinizada. Você sabia disso? O que você está esperando para usufruir dessa verdade? Ame! E tenha um feliz Natal e um próspero Ano Novo!