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Para celebrar o Natal em sua empresa é importante fazer atenção a alguns detalhes, para que ninguém se sinta excluído da festa.

Antes de mais nada é necessário ter alguns conhecimentos básicos sobre os funcionários e a empresa física, de um modo geral. Para isso segue algumas questões:

1- Sua empresa é pequena, média, ou grande?

2- Quais os murais ou espaços de comunicação que você pode utilizar para chamar a atenção de todos ou da maioria para a festa que se aproxima?

3- Qual a denominação religiosa predominante? Católicos? Evangélicos? Espíritas? Judeus? etc.

4- Como está o clima organizacional no momento? Estressante? Ambíguo? Indiferente? Pesado? Tranquilo? Leve?

5- Focar na celebração, a festa do nascimento de Jesus Cristo e não da Igreja Católica. Pois para os não católicos, de um modo geral, Jesus tem um significado.

6- Ao focar em Jesus, explore suas qualidades como ser humano e não tanto como  Filho de Deus. Salientando as qualidades que você deseja que a empresa cultive.

7- Reforce os valores que Jesus, com sua vida, nos ensinou.

8- Lembre-se daqueles que estão desprovidos de condição básica de vida. Pode até ser um funcionário da empresa que esteja passando por necessidades. Convide a empresa a partilha e a prática da solidariedade.

9- Não esqueça de pensar o que o Natal significa para você. Pois seu comportamento e ação serão reflexos do seu pensar.

10- Não fique penando no que os outros vão deizer ou pensar sobre sua atitude. Celebre o Natal com intensidade máxima, visto que não sabemos se celebraremos o próximo. é a mais pura verdade.

Um grande abraço!

Para mais infromações ou dicas, me ligue: Paulo Sérgio de Faria – 0XX 41 92049611

É incrível a política brasileira expressada pelos nossos dirigentes.

A oposição, por exemplo, até concorda com muitas atitudes tomadas pelo governo atual, mas pelo simples fato de ser oposição, qualquer coisinha, como o apagão por exemplo, já se torna uma tempestade em copo d’água. Bem, mas se a oposição não se opor, o que fará?

Eu creio que muito mais que satisfação sobre o apagão ocorrido na semana retrasada, muitos políticos deviam dar satisfação ao povo brasileiro porquê batem o ponto na câmara toda quinta-feira em Brasília, e depois vão para casa. Isso sim deveria tomar um alcance nacional e esses que, comprovadamente cometem essa atitude, que significa roubo e rombo nos cofres públicos, deveriam ser mandados embora sem direito a defesa, pois contra fato não há argumento.

Mas não. Os meios de comunicação fazem questão de falar do apagão e os políticos, sem vergonha, que se colocam como representantes de nossa vontade afirmam: “O governo deve dar satisfação ao povo brasileiro sobre o apagão!” Mas que satisfação foi dada por aqueles que batem o ponto e não trabalham? “Aqui sempre fazem assim! É que não tem nada para discutir, os partidos já entraram em acordo sobre alguns temas da pauta. Minha presença não é necessária.” Mas se não é necessária FP, porque vais a Brasília? Afinal de contas são R$ 800,00 reais roubados descaradamente do povo brasileiro.

Mas política brasileira é assim: “eu tiro o meu, pra pôr no seu”

Imagine se essa moda pega, ou seja, na quinta-feira, todo funcionário público bate o cartão, assina presença e depois volta para casa. As escolas públicas terminariam o expediente bem mais cedo, os professores se estressariam menos, os alunos nada aprenderiam e assim os políticos continuariam a fazer de conta que trabalham, não fazendo de conta que recebem para isso, mas infelizmente, as custas do suor alheio. Imaginem o médico, o delegado, a polícia, etc agindo da mesma forma. Que caos!

Brasil, Brasil, quando você vai tomar jeito. O importante é não esquecer deles no dia das eleições, daqueles que batem o ponto e não trabalham. Vamos esperar que o mesmo meio de comunicação que noticiou a fraude, o roubo, nos lembre em vésperas de eleição esses magníficos ladrões.

Paulo Sérgio de Faria, de saco cheio com esses políticos vagabundos!

 

 

A Educação no Estado do Paraná deixa a desejar em alguns aspectos. Principalmente quando preocupa-se com o número de aprovados e não com a aprendizagem.

Mas como se revela essa preocupação com os números? Através das reuniões com diretores, pedagogos, quando não uma visitinha inquisidora em uma ou outra escola. Pressionando os dirigentes para que não deixem seus “subordinados” reprovarem muitos alunos.

A questão é complicada até do ponto de vista ético pois o professor é obrigado a repensar seus métodos e seus resultados com base na observação de alguém que não tem nenhuma ideia do cotidiano da escola e que muitas vezes ocupa o cargo justamente porque em sala de aula ou na coordenação não dava conta do recado. E de pessoas despreparadas o que se pode esperar?

Busca-se educar para a solidariedade e a paz. Mas o próprio governador do Paraná Roberto Requião, que deveria ser exemplo, afirma em tom preconceituoso, agressivo, que o câncer de mama masculino é resultado das passeatas gays. Se esta atitude vem de uma pessoa que deveria ser exemplo, qual o crédito devemos dar as pessoas que por ele foram colocadas para ocuparem cargos importantes na Educação?

As consequência dessa atitude parece não ser verificada por parte daqueles que a tomam. Pois o aluno que se esforça e consegue, obedecendo ao tema e a metodologia apresentada pelo professor, um bom resultado encontra-se, no final, ao lado daquele que nada fez durante o ano todo e conseguiu o mesmo resultado positivo. Que ideia de justiça se formula  a partir daí? O que queremos como resultado de nossa Educação?

Percebe-se , portanto, de um lado, os professores preocupados com a aprendizagem e a formação integral do estudante e, do outro, lideranças educacionais preocupadas com números e aquilo que eles vão representar nas altas esferas do poder.

Em outras palavras, enquanto o professor luta para formar Nobel da Paz, as lideranças educacionais querem formar Fernandinho Beira Mar.

Apesar dessas incoerências, que os professores do Paraná se sintam apoiados e continuem a exercer seu magistério com glamour. Parabéns professores do Paraná e cartão vermelho ao governador e as lideranças educacionais preocupadas com números.

Professores!

Nunca o tema do Sagrado foi tão badalado. Será que o mundo materialista está se dando conta de que  ignorar a dimensão religiosa das pessoas não é um bom negócio? Aliás de tudo pode-se tirar uma casquinha financeira, até da vivência religiosa!E a religião não escapa a velha “lei de Gerson, de levar vantagem em tudo”.

Missas, cultos, milagres, orações , festas religiosas estão ocupando seu espaço nos Meios de Comunicação de Massa. Alias, a televisão não pode ser vista apenas como um mecanismo de entretenimento, mas um aliado na formação de opiniões sobre diversos temas que fazem parte do nosso cotidiano.

A relação com o transcendente toma novos rumos quando é possibilitado um contato com os diferentes rituais através da TV, Rádio ou Internet. E faz bem na medida em que possibilita aos debilitados, que não podem participar dos ritos religiosos em sua comunidade, relacionar-se com o transcendente de modo diferenciado.

Por outro lado, essa facilidade, pode alimentar em alguns telespectadores, ouvintes ou internautas um comodismo e um descompromisso com a relação interpessoal. Pois estar com o outro faz parte da vivência religiosa e os MCM podem alimentar um egoísmo, um individualismo, próprio da sociedade contemporânea. E depois, a linguagem dos MCM pode ser utilizada para educar religiosamente ou conduzir alienadamente qualquer crente que esteja despreparado criticamente. As conversões, por exemplo, são muito utilizadas como testemunho, as curas instantâneas também chamam muito a atenção. E visto que nenhum meio se sustenta sozinho, a pergunta principal é: Dá audiência? Vende? Então vale tudo!

Em outras palavras: quando uma determinada denominação religiosa se faz presente em um espaço como o dos MCM, deve saber com clareza o que deseja e como deseja apresentar sua mensagem. Pois uma apresentação, um programa mal feito, pode ao invés de aproximar, distanciar os fiéis da religião e entre si.

Cada meio de comunicação possui a sua própria linguagem  e é preciso conhecê-la, dominá-la, para então usufruir dela com a máxima perspicácia e competência. E quanto a isso temos que “tirar o chapéu” para a Rede Globo que apresenta formalmente com maestria o tema do Sagrado fazendo com que qualquer denominação religiosa se apresente de modo agradável como o estão fazendo em apenas cinco minutos pela manhã.

Professor Paulo Sérgio de Faria

Teólogo e Filósofo

Para palestras: 0 XX 41 96033257 – pasefa@pop.com.br

A situação do atendimento das crianças na casa amarela está cada vez mais delicada por diversas razões. Uma delas é o despreparo de uma equipe que, a-toque-de-caixa, colocaram numa folha (que nem timbre da UFPR tinha) algumas possibilidades de atendimento. Digo possibilidades, pois, segundo a fala do vice-reitor tudo está em processo de mudança.

Assim ocorreu a reunião no dia 23/09/2009 às 19h00:

Éramos em torno de uns 15 ou mais pais aguardando uma reunião onde o vice-reitor apresentaria a nova equipe e o “novo projeto” para ser discutido.

Depois de um discurso inicial evasivo, superficial e contraditório, no qual afirmava ter coisas melhores que o antigo projeto da FUNPAR à apresentar aos pais, para o acompanhamento das crianças com Síndrome de Down, iniciou a apresentação dos professores/profissionais que o acompanhavam. E sempre fazia questão de dizer que eram muito mais. Não permitindo interferências. Insistiu  que o Projeto anterior da FUNPAR, aquele que estava dando certo, tinha que ser esquecido. Quando respondi: Como posso esquecer algo bom que era realizado? Aliás, era e é o meu parâmetro e dos demais pais presentes!

A seguir, os pais começaram a fazer perguntas aos profissionais que, sobre o antigo projeto nada sabiam ou entendiam, visto que, no início da reunião passaram uma lista onde devíamos colocar o que nossas crianças faziam e de que elas mais gostavam. Ou seja, acabavam de assinar o atestado de incompetência. Uma vez que minha filha tem apenas 5 anos e não consegue ainda  formar frases oralmente. Corrigi um dos papéis trocando o que mais gostava pelo que mais necessitava.

Outra questão a ser levantada é que na fala do vice-reitor a relação UFPR e FUNPAR era harmoniosa quando na realidade não é bem assim. O responsável pelo projeto anterior que estava dando certo, por exemplo, não se fazia presente. Que harmonia é essa? O que pode revelar a existência de rixa, conflito, competição, inveja que tentam amenizar com palavras doces.

 A apelação ocorria por parte do vice-reitor dizendo que eram as dívidas da FUNPAR que impedia a continuação do projeto anterior. Mas não podemos esquecer que com, ou sem dívidas, o timbre a UFPR e da FUNPAR sempre estiveram juntos nos folders e placas na Casa Amarela. De modo que é insano, por parte do vice-reitor, afirmar implicitamente que a culpa pelo projeto não prosseguir é da administração da FUNPAR. Ou seja, enquanto não tem dívidas, que lindo eles publicarem nossa “marca”, mas agora, dane-se, lavamos nossas mãos!A cumplicidade entre as duas instituições existe e não é a mudança de gestão que irá apagá-la.

Outro ponto a considerar é que da reunião não foi feita nenhuma ata, o que revela o desprezo e o não comprometimento da fala com a prática. Pois quando apenas se fala, em caso de reivindicação, fica o dito pelo não dito.

 A preocupação dos pais era com relação ao profissional que se faria presente nos trabalhos com as crianças e não teve como resposta de nenhum profissional ali presente: Eu estarei aqui! De modo que as crianças ficarão sob a supervisão de profissionais que sequer aparecerão na casa. Certamente o estagiário fará o trabalho que, no antigo projeto, era feito por profissionais.

E por ultimo, o que mais mexeu com meus sentimentos como pai da Ana Helena, foi querer que trocássemos um projeto de mais de quarenta páginas com fundamentação teórica e legal, por uma folha mal escrita que nem timbre da UFPR tinha. Isso é subestimar por demais a inteligência dos pais das crianças especiais. Eis a razão do título sugerido à matéria.

Sendo assim, não é justo que por questões políticas e/ou até pessoais, não esclarecidas, as crianças sofram com a ausência de atendimento qualificado. O atendimento é dever do Estado e por isso nós, pais, iremos lutar até o fim para que o projeto continue.

 

Paulo Sérgio de Faria

Mestre em Filosofia

A regulamentação sobre o uso da Internet nas campanhas eleitorais já está definida. E como os Blogs tem lá suas vantagens, coloco-o a disposição de quem quiser utilizar esse veículo para expor suas idéias e apreciações sobre candidatos e propostas. Lembro, porém, que qualquer apreciação deverá ser assinada, seguida do número do CPF, endereço e telefone para contato. Seu parecer deve ser enviado para pasefa@pop.com.br, trazendo como assunto Internet e Política. Se os dados pessoais checados forem verdadeiros e a mensagem respeitosa, será publicado.

As mensagens publicadas serão de inteira responsabilidade do autor, isentando o responsável pelo  Blog de qualquer responsabilidade jurídica por danos morais. Visto que a pessoa que se sentir afetada negativamente terá, no mesmo Blog, o direito de resposta e réplica, se necessário. Ou seja, o Blog está disponível como instrumento de divulgação de idéias, debates e opiniões. De modo que seu responsável se sentirá no direito de, se necessário, filtrar o texto apresentado para ser publicado retirando trechos de duplo sentido ou que venham afetar desrespeitosamente qualquer pessoa física ou jurídica.

O espaço está aberto. Participe!

Paulo Sérgio de Faria

A Casa Amarela foi uma instituição criada para dar assessoria as crianças portadoras da Síndrome de Down. O projeto que, diga-se de passagem, estava indo muito bem, foi interrompido por questões financeiras. Ao menos é o que alega o novo reitor da UFPR. O projeto é da FUNPAR, uma fundação ligada a UFPR.

O fato de o projeto ser interrompido não é de se estranhar, mas a metodologia utilizada foi sem nenhum escrúpulo, demonstrando o maior desrespeito para com as crianças, pais e demais funcionários envolvidos no projeto. E o que se espera de uma entidade educacional é que ao menos tenha respeito pelas pessoas e, de modo especial, pelas portadoras de qualquer que seja a síndrome ou deficiência.

Alegando haver um novo projeto, que em nenhum momento foi mostrado, que dará continuidade aos atendimentos, simplesmente demitiram todos os funcionários.

Não somos ingênuos, pois sabemos que existem questões políticas muito fortes influenciando essas tomadas de posições arbitrárias. E que por traz dessa decisão está em jogo o papel que a fundação vinha desenvolvendo dentro da universidade.

Não sejamos ingênuos também em acreditar que os atendimentos continuarão com a mesma qualidade com que vinha sendo realizados. Quando se coloca na mão de um estagiário, o grau de comprometimento diminui e os portadores de da SD sentirão muito, pois eles são muito afetivos. Colocar-se-á dessa forma em risco o rendimento e o progresso de cada um deles.

Tudo bem que o responsável principal pela Universidade e por tudo o que a ela está ligado é o reitor, mas isso não significa que o projeto da Casa Amarela, por estar ligado a Fundação, deveria ser tratado de qualquer jeito.

Tornar a Casa Amarela um centro de Pesquisa e Extensão é ótimo, mas fazer de nossos filhos cobaias? Pois a Educação no Estado e no País não dá conta dos “normais”, quem dirá daqueles que necessitam de cuidados especiais.

Portanto está aqui o meu protesto, como pai de uma das crianças que era beneficiada pelos cuidados da querida, estimada e inesquecível Casa Amarela.

A todos os profissionais que dedicaram sua formação e tempo para que o Projeto durasse um ano e alguns meses o nosso muito obrigado de coração.

Paulo Sérgio de Faria, pai da Ana Helena, portadora da Síndrome de Down.

A comunidade cristã católica reserva o mês de setembro para refletir sobre a Bíblia, ou mais consideravelmente, sobre a intervenção divina na História da Humanidade, contada, escrita e organizada como em uma biblioteca.

Como um dos livros mais vendidos e traduzidos, a Bíblia é um livro que possui suas regras de interpretação da realidade que devem ser conhecidas profundamente.

Trata-se de um livro histórico, que narra à experiência de Deus de um determinado povo em um determinado tempo e lugar. De modo que para compreendê-la é necessária a compreensão do tempo, do lugar onde o texto está inserido e da linguagem utilizada.

Não se pretende aqui entrar em pormenores a respeito do tema, mas alertar par que não se faça uma leitura fundamentalista de um livro que é rico em mensagens, que vão muito além de uma mera prática para se atingir determinado objetivo. Ela transcende o tempo e o espaço e, por isso, ainda hoje é lida em busca de resposta às questões existenciais.

Para ilustrar o cuidado que devemos ter com a leitura da Bíblia cito, por exemplo, a narração da criação do mundo contida na Bíblia no livro da Gênesis. Ao se fazer uma leitura atenta percebe-se que o céu foi criado duas vezes. Mas será que se deve entender que Deus criou outro mundo além desse no qual se está inserido? E no capítulo 5 de Mateus lê-se a afirmação: “E Jesus subiu a montanha”, quando, na realidade, ao buscar o lugar onde foi proferido o discurso observa-se que não há montanha alguma. O evangelista, nesse caso, estaria mentindo?  Não!

Para compreender aquilo que a mensagem contida na bíblia que passar se deve responder a algumas perguntas chaves tais como: Quem escreveu? O que escreveu? Onde escreveu? Porque escreveu?  Para quem escreveu? Como escreveu?

No caso da Gênesis, a repetição do céu é justificada quando se compreende que os dois primeiros capítulos da bíblia foram escritos por diversas tradições religiosas: a Javista, a Deuteronomista, a Eloista e a Judaica. É natural que esse equívoco, a repetição, possa acontecer. E no caso do evangelista Mateus deve-se ressaltar que ele escreve para os judeus, aos quais a montanha tem um significado muito importante. Ela remonta o monte Sinai onde Moisés recebeu as tábuas da lei. E quando Mateus afirma que Jesus subiu a montanha ele não quer dizer nada mais que Jesus é o novo Moisés, o novo legislador que todos devem obedecer.

Obedecendo a essas orientações se pode tirar da bíblia o máximo de ensinamentos. Pois num mundo tão poluído de mensagens de guerras, a bíblia traz palavras de paz, amor e harmonia interior.

Um grande abraço e até a próxima leitura!

Fones para palestras sobre espiritualidade empresarial       0 XX 41 92049611 96033257

Docência e Transcendência

O trabalho docente num mundo materialista torna-se cada vez mais desafiador.

O professor, independente do nível, está numa situação delicada quando, por um lado, precisa obedecer a lógica do mercado preparando profissionais para darem continuidade ao sistema capitalista e suas implicações e, por outro, deve respeitar sua consciência que reconhece no capitalismo um dos meios mais desumanos de se organizar em sociedade. E agora: o que obedecer?

Se obedeço as leis do mercado, dou continuidade as injustiças, exclusões, desumanidades de modo geral. Se obedeço minha consciência posso impossibilitar o jovem de reagir a situação do mercado não deixando se excluir, mas lutando pelo seu lugar “ao sol”.

Esse impasse, apesar de incomodar, convida o docente a exercitar sua capacidade de transcender não só as leis do mercado, mas transcender ao materialismo, encontrando na esfera espiritual forças para suportar o peso das contradições e de dar um sentido diferenciado ao tempo que passamos neste mundo.

Exercitar a transcendência nada mais é que desenvolver cada vez mais em si e nos seus alunos a certeza de que existe algo mais além da vida material. Existe um sentido a dar a vida que vai muito além dessa dimensão.

Todo ser humano tem uma dimensão espiritual a desenvolver e muitas são as experiências que foram colocadas em prática e desenvolvidas ao longo da história. E cada modo diversificado de dar sentido a vida é uma pista a mais para se conseguir vencer todos os obstáculos.

Exige-se do docente, em um primeiro momento, o desenvolvimento de sua própria dimensão espiritual, a fim de que possa orientar o desenvolvimento da dimensão espiritual de seus educandos. Pois a dimensão espiritual é uma ferramenta a mais para o desenvolvimento integral da pessoa humana. E quando colocamos essa ferramenta no esquecimento colocamos em risco o sentido da vida que deve ser buscado além da esfera material, como assinalado nas linhas acima.

As religiões devem ser compreendidas como manifestação externa da dimensão espiritual presente em cada um. Ou seja, cada indivíduo possui um modo de explicitar sua dimensão espiritual. Podendo identificar-se com algumas religiões já existentes e até criando novas formas de relacionamento com o sagrado. E quando essa identificação não existe em sua vida desde a infância, fará parte dela de uma forma ou de outra. Pois em um determinado momento o ser humano buscará incessantemente algum grupo religioso para satisfazer suas necessidades espirituais.

Levando em consideração mais esse pressuposto, o docente deve ter um conhecimento prévio dessas religiões para poder dialogar respeitosamente com seus alunos quando necessário. E mais uma vez a sua capacidade de transcendência é colocada a prova. Pois como mestre não devo ter conhecimento e domínio apenas do lado material da vida, mas também do aspecto transcendente que faz parte de toda existência. Uma vez que o aluno é um ser dotado de muitas dimensões, inclusive a espiritual.

Isso não quer significar que o professor, além de mestre, deverá ser pastor, padre, rabino, guru ou qualquer outra liderança específica para assuntos espirituais, mas também não poderá se esquivar de compartilhar com seus alunos suas experiências e impressões sobre o lado espiritual da vida.

Professor  Msc Paulo Sérgio de Faria

Contado para palestras: 0 XX 41 92049611 / 96033257

Toda rescisão é traumática?

Fazendo parte de uma sociedade onde o regime capitalista impera, toda rescisão parece ser traumática, mas não é bem assim. Pois onde reside a transparência, a verdade e o respeito, rescisão é oportunidade.

Já passei por diversas rescisões e, confesso, traumático foi o COMO algumas delas aconteceram.

Partindo do ponto de vista empresarial, toda pessoa que ocupa cargos de poder para admitir ou demitir funcionários deve, antes de tudo, respeitar o funcionário independente da função que ele veio a ocupar. E isso se faz deixando, desde o início, as coisas bem claras. Ou seja, cada empresa tem seu perfil e o direito e dever de respeitar esse perfil pelo bem da empresa e do próprio funcionário.

Uma vez rescindido o contrato, nada de ressentimento haverá, se as coisas forem feitas as claras, em um clima de amizade e respeito. Pois os perfis empresariais são diversificados e o funcionário pode adaptar-se aos diferentes perfis.

Uma boa rescisão reflete o caráter ético das instituições nas relações de negócios com todos seus clientes, internos e externos.  E nada mais se quer ou se exige nas relações pessoais, que o respeito e o ganho de ambas as partes.

Passo por um momento de rescisão contratual e não tenho nada a declarar de negativo que venha a comprometer a idoneidade da empresa. Pelo contrário, agradeço a oportunidade que me foi dada e reconheço que o momento é difícil para empresas e empregados de todos os ramos, inclusive o da Educação. E que, surgindo à necessidade e a oportunidade, poderei fazer parte do grupo novamente.

E depois essa atitude me faz acreditar cada vez mais que existem instituições educacionais de ensino superior sérias, preocupadas com a educação e a prática de atitudes éticas para com seus funcionários de modo geral.

Mas retomando o primeiro raciocínio quanto à rescisão, de fato, a oportunidade surge com a rescisão. Pois novas experiências poderão ser realizadas e muitos desafios deverão ser vencidos. Isso é vida! Isso é acreditar em si! Isso é ética.

Professor Paulo Sérgio de Faria

Para palestras sobre Espiritualidade empresarial : 92049611/96033257

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