Nos últimos anos, Educação virou sinônimo de máquina de “caça níquel”. E muitas foram as instituições de ensino superior que surgiram. Mas e agora: qual delas oferecem o melhor? Segue, portanto, algumas orientações para se levar em conta ao escolher uma faculdade. Lembrando que escutar o parecer daquele que nela estuda é um grande passo.
Existem as Federais e as Estaduais que já fizeram o próprio nome e, sendo gratuitas, o ingresso se faz através de concursos. Enquanto que as particulares abrem as portas a todos aqueles que desejam comprar a mercadoria chamada conhecimento. As pontifícias e as mais antigas no mercado podem dar mais segurança.
O órgão superior que fiscaliza as instituições de ensino superior é o MEC. Por isso é necessário, antes mesmo de se encantar com o preço da mensalidade cobrada pela istituição pelo curso que oferece, verificar se a faculdade tem permissão para funcionar, ou seja, se está cadastrada no Ministério da Educação e Cultura. O site do MEC lhe dará essa informação.
Mas isso não basta, é necessário verificar se o curso foi aprovado e reconhecido. Pois a propaganda insiste muito no termo “aprovado“. No entanto, um curso aprovado para funcionar não significa que será necessariamente reconhecido. Pois o reconhecimento implica na formação de uma primeira turma e na obediência a determinadas regras rígidas estabelecidas pelo ministério. Em outras palavras: opte pelos cursos já reconhecidos e não simplesmente aprovados.
Outro ponto a considerar é a capacidade de negociação com relação as mensalidades. As intempéries econômicas atingem a todos. Sendo necessário ler o contrato com atenção e, se possível, consulte um advogado que o auxilie na interpretação das regras presentes, por escrito.
Observe também se a faculdade trata com seriedade os programas do governo que auxiliam o estudante a continuar seus estudos ingressando no ensino superior; e se possibilita o acesso ao mesmo com atenção e carinho.
Verifique também o quadro de docentes e suas respectivas graduações (titulações). Uma vez que para reduzir custos, muitas faculdades optam por contratar especialistas e graduados, do que contratar mestres e doutores. E atenção: muitas vezes o professor compõe o quadro de docentes do curso, mas não leciona mais na instituição. A instituição esquece de tirar seu nome do sistema, propositalmente.
A rotatividade excessiva de professores e funcionários também pode deixar claro a deficiência no exercício da administração da faculdade. Muito cuidado!
É necessário também saber se a faculdade possibilita uma avaliação de seu funcionamento por parte dos alunos. Avaliar a instituição e sugerir melhoras é direito e dever do discente.
E por último, e nem por isso menos importante, verificar a infraestrutura da instituição. Ou seja, laboratórios, salas de aula, pátio etc.
Levando em conta essas orientações, certamente você fará uma boa escolha. Um abraço e até a próxima reflexão.